Abelha Rainha ou Abelha Mestra

 

O termo abelha-rainha ou abelha-mestra é comumente utilizado para se referir a uma abelha adulta e fértil, sendo ela, normalmente, mãe de todas as outras abelhas da colmeiaAs rainhas se desenvolvem a partir de larvas criadas em células especiais, construídas pelas operárias e preparadas especialmente para formar um indivíduo sexualmente maduro (as operárias são inférteis). Normalmente existe uma única rainha em cada colônia.

Abelha Rainha ou Abelha Mestra (4)

 

 

Quando as condições são favoráveis para uma divisão da colônia ou quando a atual rainha começa a envelhecer, as operárias iniciam o desenvolvimento de novas rainhas. A rainha se desenvolve a partir de um ovo (algumas vezes a partir de larvas extremamente jovens) idêntico aos que dão origem a novas operárias. O desenvolvimento se diferencia devido à alimentação exclusiva através da geleia real, rica em proteínas e hormônios, produzida a partir de glândulas presentes na cabeça das operárias.

 

Todas as larvas são alimentadas com um pouco de geleia real, mas somente as futuras rainhas se alimentam exclusivamente dela. Em consequência da dieta diferenciada, a rainha se desenvolve em um adulto sexualmente maduro, ao contrário das operárias.

As abelhas-rainhas desenvolvem-se em células especiais, mais largas que as convencionais e construídas na vertical.

 

 

Como a larva da rainha se desenvolve pendurada de cabeça para baixo, as operárias tampam a célula com cera. Quando pronta para emergir, a nova rainha faz um corte circular ao redor da cobertura da célula. Células abertas ao lado indicam que a nova rainha foi, provavelmente, morta por uma rival.

 

Quando uma jovem rainha emerge, ela irá perseguir e tentar matar suas rivais. Ao contrário das outras abelhas, o ferrão da rainha não é ciliado. Ela pode picar o quanto quiser sem morrer por causa disto. Em certas circunstâncias, como durante a cisão de uma colônia, as operárias podem isolar as rainhas para impedir um confronto, permitindo a formação de uma nova colônia.

 

 

 

 

 

Quando restar apenas uma rainha jovem na colônia, ela realizará o seu voo nupcial, onde será fecundada por 12 a 15 zangões. Se as condições climáticas forem desfavoráveis, ela pode realizar outros voos até completar o ato nupcial. A rainha guarda o esperma dos zangões em sua espermateca. Ela liberará esse esperma aos poucos, pelos seus 2 a 7 anos restantes de vida.

A rainha jovem possui um tempo limitado para acasalar. Se ela ficar impossibilitada de voar por um longo período se tornará infértil, o que resulta, normalmente, no desaparecimento da colônia.

 

Para conseguir essas imagens em close (fruto de 105 horas de filmagem), os autores do projeto contaram com a ajuda de um “espião de abelhas”, que monitorou 15 colônias para poder antecipar “eventos importantes” (como polinização, produção de mel, etc). Nessas ocasiões, a colmeia era transportada para um estúdio especial, na Áustria, para que as cenas pudessem ser devidamente gravadas.

 

Apesar de o nome sugerir, uma rainha não exerce nenhuma forma de controle direto na colônia, sua única função é servir como reprodutora.

 

Uma rainha adulta e saudável chega a produzir, aproximadamente, 2.000 ovos por dia, uma quantia diária que supera sua própria massa corporal. Ela é continuamente cercada de atendentes, que lhe provém alimento e cuidam de seus ovos, além de distribuir uma substância que contém um feromônio que inibe a construção de novas células de rainhas por parte das outras operárias.

Durante o período de ovoposição, a rainha decide quando produzir ovos fertilizados (gerando operárias) ou não fertilizados (gerando zangões) de acordo com as necessidades da colônia. Ela fertiliza os ovos a partir do esperma que guarda em sua espermateca.

Fonte : Wikipédia

 

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